A criminalidade no campo

A criminalidade no campo

A violência não é mais um fenômeno exclusivamente urbano, a certo tempo ela chegou ao campo e vem preocupando os produtores rurais. Já vemos uma crescente de ações contra os produtores rurais há algum tempo, incialmente tínhamos o centro da discussão sendo o abigeato, que por si só sempre mereceu atenção. Porém agora estamos acompanhando uma evolução nas ações também contra os demais produtores, e o que era uma preocupação virou um incômodo! Estamos presenciando ações com foco em maquinários, que por sua vez estão mais tecnológicos e agregando maior valor, em paralelo também temos fertilizantes e defensivos agrícolas, por exemplo, sendo alvo devido ao alto valor agregado em pequenas frações, que podem ser transportados facilmente. Segundo uma pesquisa da Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA), roubos e furtos de insumos têm causado prejuízos bilionários ao agronegócio, passando de R$ 400 Bilhões ao ano. Na mesma matéria veiculada pelo canal rural, uma produtora relata ter sido alvo em duas ocasiões diferentes e teve um prejuízo milionário. Uma das ações o alvo foram os defensivos agrícolas com prejuízo de R$500 mil, e na outra fertilizantes, com o prejuízo chegando a R$2 milhões. Ambos os casos acima citados, muito provavelmente abasteceram o mercado ilegal. Os órgãos de Segurança pública vem tomando ações para combater a criminalidade no campo, com programas de patrulha rural comunitária, Sinal Agro, Renagro (que cria uma base de dados de veículos agrícolas a nível nacional), entre outras ações de aproximação com a comunidade e cartilhas de segurança. Contudo, infelizmente ainda estamos muito a avançar com o poder público que através das polícias militares e civis fazem um esforço sobre-humano para atender a todas as demandas da população frente a criminalidade.  Sendo assim, acredito que transferir a responsabilidade do serviço de prevenção, atendimento de ocorrências e investigação apenas para a polícia, é na prática, uma utopia. Devemos ser parte atuante nesse ecossistema, e a segurança no campo deve possuir uma estratégia bem elaborada, pois são áreas muito extensas, onde apenas a instalação de equipamentos se mostra inviável financeiramente devido ao custo de implantação e posteriormente o de manutenção para manter o sistema ativo e funcional. Com uma Sistema Inteligente de Segurança o privado pode trabalhar em sintonia com o público, causando um efeito positivo na comunidade. Fontes de consulta: CNA: roubos e furtos de insumos causam prejuízos bilionários ao agro (canalrural.com.br) Produtores de Ortigueira se engajam na Patrulha Rural Comunitária | Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) (cnabrasil.org.br) Sistema Sinal Agro ajuda a combater crimes no campo | Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) (cnabrasil.org.br) Violência e qualidade de vida | Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) (cnabrasil.org.br) FÓRUM DE GR | Gestão de Riscos (forumdegr.com) CNA: roubos e furtos de insumos causam prejuízos bilionários ao agro (canalrural.com.br) Anuário Brasileiro de Segurança Pública – Fórum Brasileiro de Segurança Pública (forumseguranca.org.br)

Segurança para Cargas

O roubo de cargas

Este crime afeta os diversos setores e mercadorias embarcadas, onde no ano de 2021 segundo a NTC & Logística a região sul ocupava a segunda colocação em números de ocorrências e valores subtraídos chegando a incríveis 105,95MI, correspondendo a 8,34% das ocorrências no Brasil, atrás apenas do Sudeste que concentra a maioria esmagadora das ocorrências. Estão entre os bens mais visados Produtos alimentícios, Combustíveis, Produtos farmacêuticos, Autopeças, Têxteis e confecções, Cigarros, Eletroeletrônicos, Bebidas, Defensivos agrícolas. Não necessariamente nesta ordem. Mesmo diante deste cenário ainda vemos algumas organizações preocupadas apenas com a equação Prejuízo X Indenização, já que geralmente se preocupam apenas em compartilhar o risco com a seguradora, e muitas vezes por não possuírem pessoas habituadas com o tema, pecam em obrigações contratuais de operação que em caso de sinistro perdem o direito a indenização ou a recebem parcialmente. Infelizmente vemos que não raramente algumas empresas veem ameaçada sua renovação de seguro em virtude do alto índice de ocorrências, colocando em risco a continuidade de seu negócio. Claro que compartilhar o risco com uma seguradora é importante, inclusive é importantíssimo! Seríamos ingênuos e irresponsáveis de acreditar que poderíamos evitar todas as ocorrências, mas o ponto focal aqui é que a organização deve concentrar esforços no antes, na prevenção, e além de se preocupar somente com o roubo em si, pensar que outras consequências não estão cobertas pelo seguro, como: O risco reputacional em não entregar dentro do prazo estabelecido, a falta do produto no ponto de venda, exposição da marca, custo de nova fabricação ou reposição a preço não programado. Além de tudo, quando o assunto é roubo de cargas erramos ao pensar que quadrilhas especializadas ficam à beira das estradas escolhendo quais caminhões irão abordar e deixar que a sorte os diga quanto levarão nesta pilhagem. Eles sabem onde e quando o caminhão irá passar, e o que ele transporta. Infelizmente é comum que essas informações sejam “vazadas” internamente, seja através do aliciamento de colaboradores, prestadores de serviço ou ainda através de engenharia social.

Prevenir também é proteger!

Aliás, se fosse para dar algum conselho para alguém, seria este. Afinal de contas, o custo da prevenção sempre será mais baixo que os gastos com reparo. Sejam eles materiais, físicos ou psicológicos. Seja na rua ou dentro dos muros dos condomínios, na cidade ou no campo, manter-se em segurança sempre foi uma preocupação inerente ao ser humano, inclusive, quantas vezes nos deparamos mais preocupados com a segurança de nossos familiares e amigos que a nossa própria? Obviamente ao abordarmos este tema inconscientemente remetemos esta responsabilidade inteiramente ao estado, mais especificamente à polícia. Em um de seus livros, o Coronel Diógenes Lucca, fundador do GATE / SP, negociador e comentarista de Segurança pública de grandes emissoras relata – Sem dúvida, devemos lutar por esse ideal imaginário, que não ocorre nem mesmo nos países mais desenvolvidos, incluindo no pleito outros setores importantes como educação, saúde e geração de empregos. Nossa intenção não é abordar o assunto Segurança Pública, apesar dos temas se cruzarem, mas podemos concordar que este é um problema multifatorial e que não será resolvido da noite para o dia. Neste assunto prefiro acreditar que temos profissionais responsáveis, qualificados e dedicados a resolverem os problemas que encontrarem. Quero trazer aqui um cenário prático ao qual devemos pensar e agir, o cenário que cabe aos gestores quanto a proteção de seus negócios e por que não, de responsabilidade social. Trazer o debate sob seus olhos e dentro de suas organizações, que já pode ser suficientemente complexo. Sim, se falarmos de “segurança por segurança” ela será um custo muitas das vezes injustificada, mas será que estamos olhando para o lado certo? E se olharmos com uma visão holística sobre o tema, apoiados por cases empresarias de sucesso, perceberemos uma área que vem auxiliando desde sua função primária, proteção de vidas e patrimônio, quanto a outras atividades como qualidade, recursos humanos, segurança do trabalho, jurídico e todo os demais membros desse ecossistema. A palavra que rege a Segurança e Riscos empresariais é a prevenção. É normal encontrarmos estruturas culturalmente reativas, ou seja, ações são tomadas após a ocorrência de um evento danoso. Mas qual o impacto deste evento no dia a dia da operação desta empresa? Certamente irá variar conforme a magnitude e o impacto deste evento, mas neste momento vamos fazer uma análise sobre dois temas.

Como estruturar a área de Gestão de Pessoas em uma empresa

É cada vez maior o número de clientes exigentes e cada vez mais curiosos, um mercado cada vez mais competitivo e adverso. Soma-se a isso a dificuldade de encontrar talentos para contratação. Sobreviver a este cenário exige contar com uma equipe de colaboradores engajados e fidelizados com a empresa. A Gestão de Pessoas é estratégica para cuidar das equipes, com uso de instrumentos, ferramentas e técnicas para melhorar a qualidade da relação colaborador-empresa. De que forma começar a estruturar a área de gestão de pessoas em uma empresa? Se a empresa já contar com um RH ou Profissional que represente este departamento, ela pode iniciar elaborando ou multiplicando sua Missão, Visão e Valores. O que a empresa faz, a sua missão, onde quer chegar, sua visão, e os seus valores, a base de suas ações. Essa ação direcionará todas as demais atividades da Gestão de Pessoas. Com a clareza de onde a empresa deseja chegar, por exemplo, ela irá contratar profissionais que possam contribuir com esta meta, bem como irá treinar a sua equipe em direção a este objetivo.  Pode-se também estruturar área de gestão de pessoas com os pilares, como: Se a empresa não contar com um Departamento de RH ou mesmo com um profissional que desenvolva as atividades de responsabilidade deste departamento, a sugestão é contratar ou nomear algum profissional da empresa que tenha o perfil adequado para estas atividades, ou então contratar uma consultoria especializada em Gestão de Pessoas. Investir em uma área específica em gestão de pessoas pode refletir positivamente nos resultados financeiros de uma empresa? De que forma? Treinamento e desenvolvimento é um dos principais pilares da Gestão de Pessoas, com ele é possível desenvolver as habilidades e competências dos colaboradores, gerando engajamento, fidelização e com isso melhores resultados para organização. O processo se inicia com o levantamento das necessidades de treinamentos com as equipes de liderança, RH, gestores e com os próprios colaboradores. Com estes dados em mãos, elabora-se o programa de treinamento e desenvolvimento. Este programa pode ocorrer por meio de: programa de treinamentos modulares, palestras, bolsas de estudo, etc. Lembrando sempre em alinhá-lo à Missão, Visão e Valores da organização. Hoje, os empresários que relutarem em acompanhar este movimento que o mercado vem desempenhando (o de valorizar e investir no capital humano) ele terá problemas no futuro? Quais? Falta de equipe qualificada, perda de clientes pela falta de atendimento adequado, alto custo com processos de demissão e reposição do quadro de colaborador, imagem ruim da marca empregadora, falta de aderência (fit entre colaborador e empresa), são alguns dos problemas possíveis as serem enfrentados pelos empresários que não investirem no capital humano de suas empresas. Deixo uma mensagem aos empresários falando sobre a necessidade de voltar seu olhar para o colaborador e investir em capacitações, treinamentos e políticas de premiação e benefícios que beneficiarão o todo. Para que uma empresa possa entregar o seu produto ou serviço com excelência para os seus clientes, é necessário que seus colaboradores estejam capacitados, atualizados, engajados e se sintam parte da empresa, e principalmente: que tenham um propósito na empresa. Todo o resultado passa necessariamente pelas mãos dos colaboradores, ele pode ser um agente de crescimento e produtividade em uma empresa. Investir em ações de desenvolvimento e valorização meritocrática é um caminho para que isso aconteça. Ronaldo Reis da Cruz Psicólogo Organizacional – Rheis Gestão de Pessoas

O seu negócio precisa ser visto!

Já ouviu aquela frase, “quem não é visto não é lembrado”? Apesar de clichê, ela traz uma grande realidade.  Nos últimos anos, a necessidade de investir em marketing se tornou ainda mais evidente. Porém, mesmo diante dessa realidade, muitos negócios tem ficado para trás quando o assunto é: marketing digital.  Como você deseja ser visto pelo seu cliente? O marketing vai muito além dos conteúdos de publicidade, ele inicia no atendimento excepcional que você realiza dentro da sua empresa.  Pensando nisso, na Agecoop, os consultores das áreas de Gestão Comercial e de Marketing trabalham intensamente com foco em resultados. Nossos profissionais te auxiliam em todo o processo, desde a pesquisa de mercado, até a gestão de vendas. Um bom marketing inicia antes de seu cliente adentrar ao seu comércio, e segue até o pós-venda. Tão importante quanto ser visto, o crescimento do seu negócio depende do bom relacionamento com o seu público alvo. Conte com a Agecoop nesta construção!

Você sabia que a falta de planejamento é o principal motivo que leva milhares de empreendimentos fecharem as portas atualmente no Brasil?

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) revelou que um terço das empresas brasileiras fecham antes de completar dois anos. Os motivos são diversos, mas o principal deles, é a falta de planejamento.  Apesar de construir uma ideia sólida, muitos empresários não possuem o conhecimento necessário para precificar seus produtos, levando em consideração os custos e tributos para manter seu negócio em funcionamento.  Além dessa dificuldade, enfrentam a alta competitividade do mercado, e por fim, optam por desistir do negócio.  Se você empresário, neste momento, está estagnado nesta realidade, saiba que há solução. Na Agecoop contamos com especialistas em diversos setores, inclusive, nas áreas de Gestão Financeira; Gestão Tributária; Planejamento Estratégico; Gestão Mercadológica e muito mais.  Contando com especialistas que possuem uma visão ampla do mercado, você terá em mãos um guia completo para gerir o seu negócio. Construindo uma base sólida, você terá uma empresa saudável e focada na expansão.

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