A Governança como Pilar de Sustentabilidade: Uma Análise da Assembleia Geral AGECOOP 2026

O encerramento do primeiro trimestre de 2026 marca um momento de profunda relevância institucional para a AGECOOP. No dia 31 de março, realizamos nossa Assembleia Geral Ordinária, um ato que consolida nosso compromisso com a transparência, o rigor contábil e a visão estratégica de longo prazo. Em um contexto global marcado por tensões geopolíticas e volatilidade de mercado, a governança robusta torna-se o principal ativo de uma organização de consultoria. A Validação do Método: Aprovação Unânime O ponto fulcral da assembleia foi a análise do balanço relativo ao exercício de 2025. Após a apresentação detalhada do Conselho Fiscal, os números foram aprovados por unanimidade. No universo corporativo, este consenso é o selo definitivo de que a gestão financeira e os processos internos estão operando sob os mais altos padrões de conformidade (compliance). A presença do Presidente Nelson Castro, do Vice-Presidente Marcos Bertoli, e de todo o corpo diretivo e de cooperados, reforça a natureza democrática e profissional da cooperativa. Com a participação de 18 especialistas de alto nível, a AGECOOP demonstra que o conhecimento coletivo, quando bem gerido, é a base para decisões seguras e resultados sustentáveis. A Inteligência Estratégica frente aos Desafios Globais Para além da prestação de contas, a Assembleia foi um espaço de debate sobre o direcionamento tático da cooperativa. O entendimento é uníssono: o cenário externo exige que as empresas busquem eficiência máxima. A inteligência de negócio e o treinamento especializado são as ferramentas que permitem às organizações vencer os gargalos operacionais e financeiros impostos pelo mercado atual. Nossa estratégia para os próximos ciclos foca na transformação da complexidade técnica em soluções de fácil implementação e alto valor agregado. Acreditamos que o papel de uma consultoria de elite é antecipar riscos e estruturar processos que protejam a empresa, garantindo que o crescimento seja uma consequência direta da organização. Compromisso com a Excelência A Assembleia Geral de 2026 confirma que a AGECOOP possui a estrutura necessária para liderar transformações no ambiente corporativo. Com uma governança blindada e um corpo técnico qualificado, seguimos focados em nossa missão: projetar autoridade e entregar soluções que gerem impacto real no faturamento e na proteção patrimonial de nossos parceiros. A excelência técnica é nossa única rota. Seguimos firmes, pautados pela ética e movidos pela precisão operacional.

2026 e a Reforma Tributária: Como a Recuperação de Créditos pode Salvar o Caixa da sua Cooperativa

O ano de 2026 marca o início de uma nova era fiscal no Brasil com a chegada do IBS e da CBS. Para as cooperativas, esse período de transição traz um desafio crítico: o risco de asfixia financeira. Antecipar créditos tributários não é mais uma opção, mas uma medida de sustentabilidade operacional. A Auditoria dos 60 Meses como Escudo Financeiro Antes de migrar para o novo sistema, é vital olhar para trás. Revisar os últimos 5 anos permite identificar tributos pagos indevidamente (PIS, COFINS, ICMS). Esses valores, uma vez recuperados, tornam-se o capital de giro necessário para financiar a adaptação tecnológica que a Reforma exige. Etapas de Implementação: Conclusão e Solução AGECOOP: A Reforma Tributária não precisa ser um trauma. Na AGECOOP, transformamos a complexidade da transição em oportunidade de liquidez, garantindo que sua cooperativa entre em 2026 com o caixa fortalecido e a governança em dia. Juliano Polzonoff Consultor Tributário e Recuperação Fiscal

FINEP e BNDES 2026: Como as Cooperativas estão Acessando o Capital mais Barato do Brasil

Captação de Recursos FINEP, Linhas BNDES para Cooperativas, Financiamento Inovação, Capital de Giro Cooperativo, AGECOOP Projetos. Em 2026, a inovação deixou de ser um item no relatório de sustentabilidade para se tornar o motor de sobrevivência do cooperativismo. A grande novidade do ano é a consolidação do acesso das cooperativas à FINEP, oferecendo taxas e prazos que tornam o processo de digitalização e biotecnologia extremamente viável. O Binômio Estratégico: FINEP (Cérebro) + BNDES (Corpo) Para crescer com inteligência, a cooperativa deve entender a função de cada fonte: A Lógica do ROI > Custo Captar recursos sem estratégia é endividamento; captar com projeto estruturado é investimento. A regra de ouro da AGECOOP é blindar o patrimônio: o ganho de produtividade gerado pela nova tecnologia deve, obrigatoriamente, superar o custo da parcela. Conclusão e Autoridade AGECOOP: Com mais de R$ 60 milhões em projetos já aprovados, a AGECOOP domina os ritos técnicos para submissão e aprovação. Não se trata apenas de pedir o recurso, mas de desenhar o projeto que o banco quer aprovar. Samuel Campos da Silva Consultor financeiro e estrategista em capitação de crédito estruturado

Ilustração surrealista de uma crise de reputação corporativa. Ao fundo, um anfiteatro romano (Coliseu) em chamas e ruínas, representando o colapso de uma marca. No topo, uma silhueta gritando com o letreiro "EMOTIONAL HIJACK". Em primeiro plano, uma estrutura de vidro geométrica e iluminada abriga uma equipe de executivos trabalhando de forma coordenada, simbolizando a governança e o compliance (representado por uma balança) como escudo protetor contra o caos externo.

Gestão de Reputação 2026: O Custo do “Sequestro Emocional” e a Blindagem das Marcas

As tendências de governança para 2026 são claras: a reputação corporativa não é mais um ativo intangível, mas um indicador direto de valor de mercado e segurança jurídica. Em um cenário de hiperconectividade e polarização digital, o “sequestro emocional” de um colaborador ou líder pode anular décadas de construção de marca em poucos segundos. Se 2025 foi o ano do caos informacional, 2026 é o ano do teste definitivo da governança. Para cooperativas e empresas Enterprise, o risco é sistêmico: uma falha individual vira uma mancha no coletivo, impactando desde o acesso ao crédito até a confiança do cooperado. O Risco da Exposição: Quando o Erro Individual Vira Crise Institucional Casos recentes no esporte e no mundo corporativo demonstram que falas impulsivas ou condutas inadequadas sob estresse ativam o que a neurociência chama de falha do filtro racional. Nas redes sociais, esse lapso é amplificado por bolhas ideológicas, gerando boicotes e prejuízos financeiros imediatos. Para organizações que faturam acima de R$ 10 milhões, o improviso na comunicação é hoje um dos maiores gargalos de conformidade. Não se trata apenas de “marketing”, mas de mitigação de riscos operacionais. Pilares de Blindagem Reputacional para 2026 Para proteger a integridade da “Colmeia” (sua organização), a estratégia deve ser dividida em dois eixos técnicos: 1. Educação Proativa e Media Training Empresas com mais de 50 colaboradores devem institucionalizar o treinamento de porta-vozes. O foco não é apenas “saber falar com a imprensa”, mas dominar a Comunicação Não-Violenta (CNV) e o controle emocional sob pressão. Quanto maior o cargo, maior deve ser a vigilância: o líder é a personificação dos valores da marca. 2. Protocolos de Resposta Ágil (War Room) O vácuo de informação em uma crise é rapidamente preenchido por julgamentos e fake news. Ter um comitê de crise estruturado e manuais de resposta rápida garante que a empresa assuma a narrativa, corrija o erro com transparência e evite que o mercado associe a falha individual à essência da instituição. O Papel do ESG e da Governança na Prevenção Em 2026, o ESG (Ambiental, Social e Governança) deixou de ser discurso para se tornar gestão prática. A “Letra G” da sigla exige que o comportamento dos colaboradores esteja alinhado a políticas de compliance rigorosas. Investir em cultura organizacional e treinamento não é custo — é um seguro reputacional essencial para a perenidade do negócio. Conclusão: A Solução Prática AGECOOP A AGECOOP atua na estruturação de Governança e Treinamentos Estratégicos que transformam vulnerabilidades em fortalezas. Nossa metodologia foca no ROI da reputação, garantindo que sua liderança esteja pronta para os desafios de um mercado que não perdoa o improviso. Precisa blindar a imagem da sua cooperativa ou empresa? Conheça nossas soluções de Consultoria em Governança e Treinamento de Líderes. Rogério Oliani Consultor de Marketing, Educação e Inocação

Como Reduzir a Carga Tributária no Brasil

A carga tributária no Brasil é considerada uma das mais altas do mundo, o que pode representar um desafio significativo para empresas e indivíduos. No entanto, existem estratégias que podem ser adotadas para reduzir a carga tributária, tanto legalmente quanto através de planejamento financeiro. Aqui estão algumas sugestões: 1. Planejamento Tributário O planejamento tributário é uma das ferramentas mais eficazes para reduzir a carga tributária. Isso envolve a análise detalhada das operações da empresa ou da situação financeira do indivíduo para identificar oportunidades de economia tributária. Algumas práticas incluem: 2. Utilização de Créditos Tributários As empresas podem reduzir a carga tributária utilizando créditos tributários que têm direito, como: 3. Despesas Dedutíveis Aproveitar as despesas dedutíveis pode ajudar a reduzir a base de cálculo do imposto. Para pessoas físicas, isso inclui: 4. Reorganização Empresarial A reestruturação da empresa pode ajudar na redução da carga tributária. Algumas opções incluem: 5. Consultoria Especializada Contar com a ajuda de profissionais especializados em tributação pode ser um grande diferencial. Consultores tributários podem oferecer estratégias personalizadas e ajudar a identificar oportunidades de economia que não são evidentes. 6. Acompanhamento da Legislação A legislação tributária no Brasil é complexa e está em constante mudança. Manter-se atualizado sobre as novas leis e regulamentos pode proporcionar oportunidades de economia, além de evitar problemas com o fisco. Considerações Finais Reduzir a carga tributária no Brasil requer um planejamento cuidadoso e a adoção de estratégias legais. É fundamental agir de forma ética e dentro das normas, evitando práticas que possam resultar em penalidades. Com a abordagem correta, tanto empresas quanto indivíduos podem encontrar maneiras eficazes de otimizar sua carga tributária e, consequentemente, melhorar sua saúde financeira. Juliano Henrique Polzonoff de OliveiraCEO Maion Tax ParanáCRC PR-071605/O

Gigantes do Agro: As Cooperativas que Movem o Brasil

Em 2024, as cooperativas agropecuárias brasileiras consolidam sua posição como pilares fundamentais do agronegócio nacional. Com um faturamento impressionante, as dez maiores cooperativas do setor alcançaram a marca de R$ 157,12 bilhões. Neste cenário, o Paraná se destaca como um polo de excelência, abrigando seis das dez maiores cooperativas do país. Ranking das Maiores Cooperativas Cooperativa Faturamento Coamo (PR) R$ 28,1 bilhões C.Vale (PR) R$ 22,7 bilhões Cooperativa Lar (PR) R$ 22,1 bilhões Aurora (SC) R$ 22 bilhões Comigo (GO) R$ 15,7 bilhões Cocamar (PR) R$ 11,1 bilhões Coopercitrus (SP) R$ 9,47 bilhões Cooperalfa (SC) R$ 8,84 bilhões Copacol (PR) R$ 8,80 bilhões Integrada (PR) R$ 8,31 bilhões Cooperativas do Paraná A tendência para 2024 aponta para um crescimento contínuo do setor cooperativista agropecuário. Um dos principais desafios é a necessidade de investimentos em industrialização para agregar valor aos produtos primários, estratégia que as cooperativas paranaenses têm adotado com sucesso. Os investimentos das cooperativas têm um impacto direto nas comunidades locais. A construção de novas plantas industriais gera centenas de empregos diretos, além de impactar positivamente prestadores de serviços e parceiros comerciais. Programas como o “Compra Direta Paraná” beneficiam diretamente agricultores familiares, promovendo segurança alimentar e desenvolvimento rural. As cooperativas paranaenses estão na vanguarda da inovação no agronegócio. Além dos investimentos em industrialização, há um foco crescente em tecnologias como agricultura de precisão, automação de processos e uso de energias renováveis, visando aumentar a eficiência e reduzir o impacto ambiental. As cooperativas agropecuárias paranaenses continuam a ser forças motrizes do agronegócio brasileiro. Com investimentos bilionários em industrialização e tecnologia, o setor está bem posicionado para enfrentar os desafios futuros e continuar seu crescimento sustentável, consolidando o Paraná como um centro de excelência no cooperativismo agropecuário nacional. Para saber mais sobre como as cooperativas estão transformando o agronegócio brasileiro e como você pode apoiar este movimento, visite o site da Organização das Cooperativas do Paraná (OCEPAR) ou entre em contato com a Agecoop. Fontes e Referências: Texto por Mario Soares

Recolhimento de Produtos Alimentícios

Você sabia que recentemente, em agosto de 2024, a empresa Dori Alimentos S.A. realizou um recolhimento voluntário de lotes de balas? O motivo? Um possível risco de contaminação pela bactéria Salmonella. E essa não é a primeira vez que vemos notícias assim, né?  Mas a questão é: por que esse tipo de situação ainda causa tanto espanto e insegurança nos brasileiros? 🤔 Afinal, o recolhimento de produtos, seja por iniciativa da empresa ou por determinação da Anvisa, é uma medida importante para garantir a segurança dos consumidores.  Segurança em primeiro lugar! 💪 É fundamental entender que o recolhimento de produtos alimentícios é um procedimento previsto em lei (RDC Nº 655/2022). Quando uma empresa realiza o recolhimento voluntário, demonstra responsabilidade e compromisso com a saúde dos seus consumidores, além de seguir as normas de segurança de alimentos.  Comparando com o mercado internacional 🌎 Em países como Estados Unidos e os da União Europeia, os sistemas de recolhimento são ainda mais robustos e frequentes. Isso se deve, em parte, à maior fiscalização e conscientização da população sobre o tema.  Transparência é a chave 🗝️ Para reduzir o impacto negativo do recolhimento de produtos, a comunicação transparente e acessível é essencial! A informação precisa chegar ao consumidor de forma clara, completa e por fontes confiáveis, como o governo e a própria empresa.  Rastreabilidade: atuando na prevenção 🕵️‍♀️ A rastreabilidade é uma ferramenta poderosa para garantir a segurança dos alimentos. Com ela, é possível identificar rapidamente os lotes afetados e tomar as medidas necessárias para evitar que cheguem aos consumidores.  Prevenir é sempre o melhor remédio 😉 Investir em programas de qualidade, como o APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) e as BPF (Boas Práticas de Fabricação), é crucial para prevenir problemas de contaminação.  Concluindo… A segurança dos alimentos é um assunto sério e exige atenção de todos! Cabe às empresas investirem em programas de qualidade e transparência, e aos consumidores, buscarem informação de fontes confiáveis.  E você, o que pensa sobre o recolhimento de produtos alimentícios? Compartilhe sua opinião nos comentários! 👇  Aline Daniela Rockenbach OdyEspecialista em Segurança de Alimentos com experiência em gestão da Qualidade e Higienização em indústrias de alimentos.

Inovações e Desafios no E-commerce: Insights do 15º Fórum do E-commerce Brasil

O 15º Fórum do E-commerce Brasil, realizado no Distrito Anhembi, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de julho e 1º de agosto de 2024, trouxe à tona discussões essenciais sobre o futuro do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Como um dos maiores eventos do setor na América Latina, o fórum reuniu líderes, inovadores e especialistas para compartilhar experiências, explorar tendências e debater os desafios enfrentados pela indústria. Este artigo destaca os principais temas abordados, oferecendo uma visão abrangente das inovações e desafios que moldarão o e-commerce nos próximos anos. Adoção de Inteligência Artificial no E-commerce Uma das discussões centrais do evento foi a adoção da Inteligência Artificial (IA) no e-commerce. Durante um debate entre Conselheiros de Administração, ficou evidente que as empresas estão cada vez mais interessadas em integrar IA em suas operações. No entanto, os especialistas destacaram a importância de criar filtros rigorosos para garantir que a implementação da IA seja alinhada às necessidades reais do negócio, em vez de ser motivada por modismos ou pela simples substituição de mão de obra. Os conselheiros enfatizaram que a IA deve ser adotada para solucionar problemas específicos e agregar valor, com um foco claro no custo-benefício. Além disso, é crucial que as empresas invistam na capacitação de seus funcionários, habilitando-os a operar os novos sistemas com eficiência. A visão compartilhada durante o fórum é de que a automação deve ser alcançada através da integração de novos sistemas às plataformas já existentes, aproveitando tecnologias como plugins e APIs, que tornam essa jornada mais acessível e funcional do ponto de vista econômico. A Revolução da Experiência do Cliente Outro tema amplamente discutido foi a transformação da experiência do cliente impulsionada pela IA. Com a crescente competitividade no mercado de e-commerce, proporcionar uma experiência de compra diferenciada tornou-se um imperativo para as marcas. A IA tem desempenhado um papel fundamental nessa revolução, aprimorando buscadores, personalizando atendimentos e automatizando tarefas que anteriormente demandavam tempo e esforço humano. Ferramentas baseadas em IA permitem que as empresas compreendam melhor as preferências dos consumidores, oferecendo recomendações personalizadas e interações mais rápidas e precisas. Esse avanço não apenas melhora a satisfação do cliente, mas também aumenta as taxas de conversão, tornando a IA uma aliada indispensável para as empresas que buscam se destacar no mercado. Sustentabilidade no E-commerce: O Novo Imperativo para Marcas Conscientes A sustentabilidade, outra tendência emergente, foi destacada como um imperativo para as marcas que desejam se conectar com um público cada vez mais engajado nas pautas ESG (Environmental, Social, and Governance). Os consumidores estão cada vez mais conscientes do impacto ambiental e social de suas escolhas, e preferem marcas que demonstrem um compromisso genuíno com práticas sustentáveis. No fórum, especialistas apontaram que as empresas que adotam ações concretas de sustentabilidade e estabelecem metas anuais transparentes têm uma vantagem competitiva significativa. Marcas que se posicionam publicamente em relação às questões ESG conseguem atrair e fidelizar consumidores que valorizam essas práticas, reforçando a importância de integrar a sustentabilidade nas estratégias de e-commerce. Omnichannel: A Integração Perfeita entre o Físico e o Digital A integração dos canais físico e digital, conhecida como omnichannel, foi outro ponto de destaque. Exemplos de sucesso, como o caso do Boticário, mostram como a integração bem-sucedida de múltiplos canais de venda pode resultar em uma experiência de compra mais coesa e conveniente para o consumidor. No entanto, essa integração não é simples e requer uma coordenação eficaz entre os diferentes pontos de contato com o cliente. No fórum, discutiu-se a necessidade de criar sistemas que recompensem cada canal de venda e entrega de forma justa, incentivando todos os atores envolvidos a colaborar. Com consumidores cada vez mais exigentes, as empresas precisam garantir que a transição entre o online e o offline seja suave, oferecendo uma experiência consistente e satisfatória em todos os pontos de contato. O Futuro do Pagamento Digital: Criptomoedas e Beyond O futuro dos pagamentos digitais também foi abordado, com destaque para a ascensão das criptomoedas e outras formas de pagamento inovadoras. Embora ainda incipiente, a adoção de criptomoedas no e-commerce começa a ganhar tração, especialmente em plataformas que operam no mercado Cross Border. A burocracia associada às transações internacionais e a flutuação das moedas são desafios que as criptomoedas podem ajudar a mitigar, oferecendo uma alternativa mais eficiente e flexível. No entanto, a introdução dessas novas formas de pagamento exige que as empresas se adaptem rapidamente às mudanças, especialmente diante do avanço agressivo de concorrentes estrangeiros, como as empresas chinesas, que têm se destacado pela eficiência logística e preços competitivos. A Ascensão do Social Commerce Por fim, o fenômeno do social commerce foi amplamente discutido no fórum. A venda de produtos diretamente através das redes sociais tornou-se o novo normal, impulsionada pela influência dos criadores de conteúdo e pela popularidade de plataformas como o TikTok e Shopee. No Brasil, onde o público é altamente engajado e consome grandes quantidades de conteúdo online diariamente, o social commerce tem se mostrado uma estratégia poderosa para as marcas. Durante o evento, foram apresentados casos de sucesso em que influenciadores conseguiram engajar milhões de consumidores em campanhas de social commerce, resultando em vendas expressivas. Esse formato de venda, que mistura entretenimento com comércio, está moldando o futuro do varejo no Brasil e promete se consolidar como uma das principais estratégias de marketing digital. Conclusão O 15º Fórum do E-commerce Brasil destacou que o futuro do e-commerce será marcado por inovações tecnológicas, mudanças nas expectativas dos consumidores e a necessidade de adaptação contínua. A adoção da IA, a integração omnichannel, o compromisso com a sustentabilidade, a evolução dos pagamentos digitais e o crescimento do social commerce são tendências que moldarão o setor nos próximos anos. As empresas que desejam se destacar no mercado precisarão abraçar essas inovações e adaptar suas estratégias para atender às novas demandas. O e-commerce no Brasil está em constante evolução, e aqueles que estiverem preparados para navegar por essas mudanças estarão melhor posicionados para alcançar o sucesso. Nelson Castro Jr.AGECOOP – IBGC – Stanford University –

Inteligência Artificial e Inovação Empresarial: O Futuro do Brasil

O Brasil está prestes a dar um salto significativo em direção ao futuro com o lançamento do Plano Brasileiro de Inteligência (PIBIA). Apresentado recentemente durante a 5ª conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), o plano promete transformar a maneira como a Inteligência artificial (IA) é utilizada no Brasil, com um aporte de R$ 23 Bilhões. O Contexto e a Importância do PBIAA inteligência artificial está revolucionando o mundo, e o Brasil não pode ficar para trás. O PIBIA foi criado com o objetivo de nortear o desenvolvimento e a aplicação ética e sustentável da IA no país. O plano é dividido em seis blocos de ação, sendo um dos mais relevantes o bloco 4: IA para Inovação Empresarial. Este bloco receberá aproximadamente 60% do investimento total, ou seja, R$ 13,79 bilhões, destinados a impulsionar a inovação nas empresas nacionais. IA para Inovação Empresarial: Um Investimento EstratégicoO investimento em IA para inovação empresarial é importantíssima a fim de elevar a produtividade e a competitividade das empresas brasileiras. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), coordenou a coleta de contribuições para este bloco, que inclui R$ 9,39 bilhões para o programa de IA para desafios da indústria nacional e R$ 4,4 bilhões para o Programa de Fomento à Cadeia de Valor da IA. O ministro em exercício Marcio Elias Rosa do MDIC, destacou o fato de levar a IA para o chão de fábrica, destacando que esse fato auxiliará o Brasil, no alcance de novos patamares de produtividade e competitividade. Este compromisso está alinhado com a Nova Indústria Brasil (NIB), especialmente a bloco 4, que aborda a transformação digital. Ações Estruturantes para a IndústriaPara garantir que a IA realmente seja um agente transformador da indústria brasileira, o PIBIIA prevê a criação de núcleos de apoio a IA na indústria, fornecendo recursos técnicos e consultoria especializada. Outrossim, o plano inclui o desenvolvimento de soluções para aumentar a produtividade da indústria, o fomento e a aceleração de startups especializadas em IA, e a incorporação e retenção de talentos de IA nas empresas nacionais. Infraestrutura e Desenvolvimento de IAOutro bloco fundamental do plano nacional é a infraestrutura e desenvolvimento de IA, que receberá R$ 5,79 bilhões. Este investimento objetiva promover o desenvolvimento e a expansão de empresas nacionais que forneçam e operem datacenters de alta qualidade e eficiência energética. A meta e fortalecer a infraestrutura necessária para o desenvolvimento da IA nacional, incluindo a criação de um supercomputador de alta capacidade de processamento. Capacitação e Formação em IAA disseminação, formação e capacitação em IA, também aparecem como prioridades do plano, com investimento na casa de R$ 1,1 bilhão. São previstas ofertas de cursos e treinamentos para formar novos profissionais para a área de IA, além de campanhas informativas para promover o uso crítico e ético da tecnologia. IA para Melhoria dos Serviços PúblicosA IA será utilizada para incrementar os serviços públicos, com um investimento de R$ 1,76 bilhão. A tecnicização de processos e a criação de chatbots para responder dúvidas dos cidadãos são algumas das ações previstas para tornar os serviços mais efetivos e eficientes. Apoio ao Processo Regulatório e de Governança da IAFinalmente, o PIBIA, destinará R$ 103,25 milhões para o apoio ao processo regulatório e de governança da IA. O objetivo é desenvolver um marco regulatório que garanta o uso ético e responsável da IA estabelecendo como uma de suas prioridades a privacidade dos dados dos cidadãos. O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial é uma iniciativa que visa transformar o país por meio da IA. Através de ações imediatas e estruturantes, o objetivo é garantir que a IA seja utilizada de forma ética, inclusiva e sustentável. Considerado um passo importante para colocar o país na vanguarda da revolução tecnológica mundial, promovendo a inovação empresarial e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros. Texto por Mario Soares

Governança Corporativa

Você sabe o que é Governança Corporativa?

A governança corporativa é o conjunto de práticas que faz mediação entre os interesses dos sócios e administradores para o bem comum na empresa, descentralizando a tomada de decisões e reduzindo conflitos. Além disso garante controle, qualidade na gestão e sustentabilidade econômica a longo prazo, e tem a condição de evitar fraudes na administração. As práticas de governança corporativa incluem ações de monitoramento, controle e divulgação de informações. É o sistema que avalia, monitora e direciona a gestão do negócio. Na prática, a governança corporativa atua por meio de ferramentas como conselhos administrativos, conselhos consultivos, relatórios periódicos, compliance, entre outras. Quatro princípios regem as boas práticas de governança corporativa: a transparência, a equidade – entre os sócios e stakeholders – a prestação de contas e a responsabilidade corporativa. A governança corporativa nas empresas familiares No Brasil, outra característica marcante nos debates de governança corporativa é o crescimento do negócio em empresas familiares. O crescimento deste tipo de empresa é marcado pela necessidade de melhorar os mecanismos de controle, gestão e transparência com o aumento do nível de complexidade. Intensifica-se a necessidade de definir os papéis dos sócios, dos administradores e dos integrantes da família diante do momento atual da empresa e o futuro. Nesse contexto, as boas práticas de governança corporativa têm muito a contribuir. Uma das ferramentas representativa na governança corporativa das empresas familiares é o protocolo familiar. Segundo pesquisa do IBGC (2018), apenas 29%, de uma pequena amostra de empresas, de diversos portes estudadas possuem tal documento. O protocolo familiar é um acordo estabelecido entre os entes familiares destinado a reforçar a coesão entre os sócios e transmitir os valores e o legado da família ao longo da trajetória do negócio e das gerações da família. Ele contribui para a clareza de valores da empresa, clareza de papéis e reflexões sobre o futuro. Para formulá-lo é ideal que membros das diferentes gerações sejam envolvidos e caso necessário, haja mediação de conselheiro externo para auxiliar no processo com neutralidade. Além disso, é necessário que todos os membros tenham em mente que o objetivo da formulação do protocolo familiar está acima de divergências pessoais. O documento varia de empresa para empresa, mas existem tópicos comumente abordados, como: O protocolo familiar pode ser um bom passo inicial para as empresas familiares implementarem práticas de governança corporativa – garantindo a coesão do negócio. Nelson Castro Jr.Administrador de EmpresasPresidente da AGECOOP

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